Morremos de tedio, ensaiamos a nossa extinçao e acompanhamo-la com pipocas. A morte é suportavel em comunidade - sem os traumas e os dramas da solidao - a multidao delira tao depressa como marcha cordeiramente para ela. o homem-ilha, a humanidade plasmada em individuo, é uma face horrorizada colhida pelo juizo final. Ninguem aguarda fidelissimo pela morte - nem aqueles que tem encontro marcada com ela, nao ha dignidade nem civilizaçao nos ultimos suspiros e o miseravel exibe fotos, cicratizes e lamentos - crendo que compra vida a quem vende morte. A ultima hora é um esgar soluçante de agonia. Nao sou tirano, nem vosso juiz e nao quero ir para a cama convosco, a contigencia é inescapavel, sou instrumento de puniçao, frasco de cicuta, macabro burocrata da morte. Jak masz na imie? Bang. Bang. wesolych swiat vai ser proposta de trabalho
sábado, 22 de novembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
sniper
Escolho quem vive e quem morre, leio-lhes jane austen. Seguramente morrerao cultos e em posse cavalheiresca
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